Os Illuminati de quem falamos, não importa quem eles sejam, são os homens mais ricos do mundo.
Eles não aparecem na televisão nem em outros sistemas indiretos, pois possuem e controlam não somente essa mídia, mas também todos os serviços de informações. Se acontece que falem deles, é sempre em termos neutros ou positivos.
A maior parte do povo não conhece seus nomes. Mesmo os autores que desmascararam suas maquinações não se tornaram célebres, se bem que teriam merecido um prêmio Nobel.
Reagir seria louvável, mas como seis bilhões de seres humanos podem defender-se contra alguma coisa da qual nem conhecem a existência?
Não devemos esquecer que quase todos os humanos estiveram - e estão - de tal forma preocupados com seus próprios pequenos problemas pessoais que jamais têm a visão global dos acontecimentos deste mundo nem ao seu redor. Onde eles perderam essa visão? A maior parte da civilização atual sofre de “indiferença política” e retirou-se desses acontecimentos. Esse descaso é devido à penúria dos tempos, à falta de interesse, de crítica e de conhecimentos específicos. Retirando-se, não se mudará seguramente nada. Ao contrário, isso é desejado pelos nossos “dirigentes”. Todo aquele que deserta facilita a tarefa dos Illuminati. A verdade que se impõe em primeiro lugar é, pois, saber-se mais sobre seus feitos e gestos.
Assim como um grande instrutor do mundo o afirmou: “Procurai a verdade, e a verdade vos libertará”.
Poderíamos, em conseqüência, dividir os seres humanos em três tipos:
1. aqueles que agem;
2. aqueles que são espectadores dos acontecimentos;
3. aqueles que se espantam que tenha acontecido alguma coisa.
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